sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Na ilha de edição

Há pouco mais de duas semanas iniciei a montagem do filme, junto com Tito Gomes, sócio da Modo Operante, no comando do final cut (programa de edição não linear). São mais de 30 horas de filmagem que devem ser resumidas em 26 minutos, limite estabelecido pelo ETNODOC. A ideia é fazermos esse produto a ser exibido nas TVs públicas e depois montar um longa-metragem. Felizmente temos bom material e histórias não nos faltam. O trabalho é de esforço concentrado e hoje comemoramos o primeiro corte do filme, que inclui trechos bastante animados, com direito a forró.
Tito Gomes no comando do final cut 
As manifestações de interesse tampouco param de chegar. Há alguns dias recebi a mensagem do defensor público Carlos Eduardo Silva, que está à frente da Ação Soldado da Borracha, que pretende rever a situação desses aposentados no Pará. Por outro lado, recebi um email de Gabriel Rodrigues, conterrâneo de Rio Branco, Acre, 15 anos, estudante do Colégio Meta (onde também estudei), pedindo dicas para um documentário que ele e colegas estão fazendo na escola. Enviei alguns palpites e fiquei feliz que a história dos soldados da borracha esteja despertando o interesse de várias gerações.

Um comentário:

  1. Esse filme ainda vai dar muito o que falar! (Susanna Lira)

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